Cria, executa e gerencia testes — web, mobile e API — com IA como copiloto e execução na sua infraestrutura. O que ele gera é seu: código aberto, versionado no seu Git.
Equipes gastam semanas escrevendo scripts que quebram na primeira mudança de tela.
A maior parte do esforço vai para consertar testes quebrados — não para ampliar cobertura.
Nas plataformas low-code, os testes só rodam dentro delas. Sair significa jogar tudo fora.
Fintechs e empresas reguladas não podem mandar app, dados e credenciais para a nuvem de terceiros.
No TOC, a IA opera a plataforma do mesmo jeito que a sua equipe — e quem gera o código é sempre a plataforma. Manual ou com IA, o código sai no mesmo padrão: legível, auditável, seu.
O cenário, em linguagem natural. Quem conhece o produto continua definindo o que importa testar.
Passo a passo, reaproveitando passos já programados — cada passo é criado uma vez e reusado em dezenas de cenários.
Código aberto padronizado, commitado no seu Git — e execução orquestrada na sua infraestrutura, em paralelo.
O TOC expõe um servidor MCP. O agente de IA que já roda no editor do seu time conecta nele, lê o código do sistema e cria suítes, cenários e steps direto do fluxo de trabalho de quem desenvolve. O teste nasce junto com a feature, não três sprints depois.
O agente lê o controller, o contrato de API ou o componente que o dev acabou de escrever e propõe os cenários que faltam — com o vocabulário do seu sistema, não com nomes genéricos.
As três camadas são criadas pelo MCP. Steps que já existem são reaproveitados em vez de duplicados: a base continua enxuta e a manutenção segue sublinear.
O dev não abre a plataforma, não aprende uma interface nova e não muda de contexto. Ele continua no editor onde já trabalha, com o agente de IA que já usa.
Cobertura deixa de ser dívida acumulada para o fim da sprint. Quando o pull request abre, o cenário já está na plataforma e o código já está no repositório.
O que entra pelo MCP é a mesma coisa que entra pela tela: mesma estrutura de suíte, mesmos steps reutilizáveis, mesmo código no seu Git. O QA continua enxergando tudo na plataforma — só não precisou ser ele a digitar.
Todo teste vira código aberto (Robot Framework, padrão de mercado), com push direto para o seu Git. Se você sair amanhã, leva 100% das automações.
O TOC Agent conecta seus dispositivos, emuladores e ambientes à plataforma. Nenhum dado, app ou credencial sai do seu ambiente.
Mobile Android e iOS em dispositivos reais ou emulados; web ponta-a-ponta; testes de API com sincronização de contratos OpenAPI/Swagger.
Passos programados uma vez, reusados em dezenas de cenários. A tela mudou? Corrija em um lugar — todos os cenários acompanham.
Operacional (execuções ao vivo), analítico (flaky tests, áreas com mais defeitos) e executivo — a automação traduzida em impacto para a diretoria.
OpenAI, Anthropic, Google ou modelos 100% locais via Ollama — a opção que mantém tudo dentro do perímetro. Você escolhe o provedor, inclusive nenhum externo, por compliance.
O mesmo cenário promovido entre desenvolvimento, homologação e produção sem duplicação. Uma definição, vários ambientes — sem cópia divergente para manter.
Grupos e subgrupos com herança de permissões, permissão global ou restrita a projetos específicos, e feature flags por grupo: um time que só precisa ver relatórios recebe uma plataforma que só tem relatórios.
A plataforma expõe API autenticada por API Key para disparo de suítes e consulta de resultados. A integração com pipeline é feita sob demanda, com nosso acompanhamento.
O TOC acompanha o esforço manual que a automação substituiu e transforma isso em uma leitura de retorno, calculada com os parâmetros da sua operação — o seu custo-hora, o seu tempo de regressão, o seu volume de execução. Não é uma estimativa nossa: é a sua conta, feita com os seus dados.
Ao lado dela, duas outras leituras: a operacional, com volume de execuções, duração e status das suítes ao vivo, separando falha de aplicação de instabilidade de ambiente; e o Deep Analytics, com índice de testes instáveis e agrupamento de falhas por causa raiz.

A orquestração roda como serviço; a execução acontece no seu ambiente, via TOC Agent. Seu app, seus dados e suas credenciais não saem de casa.
A plataforma inteira roda no seu ambiente: AWS, Azure, GCP ou datacenter próprio. Nada — nem a orquestração — sai da sua infraestrutura.
→ nos dois modos: mesma plataforma, mesmo código no seu Git.
Arquitetado desde o primeiro dia visando padrões rigorosos de segurança: multi-tenant com isolamento completo por empresa e controle de acesso por papéis.
O preço acompanha o porte da sua empresa, não o quanto você usa. SaaS híbrido e on-premise têm formatos de contratação diferentes, mas em nenhum dos dois existe cota de execuções, cobrança por projeto ou ambiente, nem assento por usuário.
Na maior parte das plataformas, executar dez testes ao mesmo tempo custa dez vezes mais — a capacidade de execução é um item que você aluga.
No TOC não existe essa unidade. A execução acontece sempre na sua infraestrutura, e o limite é o hardware que você já tem: mais máquinas com o agente, mais execuções simultâneas. Nada disso aparece na fatura.
O agente roda em máquina sua — em time pequeno, o próprio computador do QA dá conta. Mais execuções simultâneas é só dar mais máquina ao agente: física, virtual, ou mais containers na que já existe. Nada disso passa por nós, e nada disso vira item de fatura.
a fatura acompanha a velocidade que você precisa
o limite é o seu hardware, não o contrato
No on-premise, a plataforma inteira é sua. No SaaS, a orquestração fica conosco e a execução continua dentro da sua rede.
O que dispara due diligence pesada em instituição regulada é o fornecedor processar ou armazenar dado da instituição. O TOC é ferramenta de não-produção que roda dentro do seu perímetro.
Na prática, isso costuma enquadrar o TOC como fornecedor de baixa criticidade, com questionário mais curto e aprovação em área técnica.
Nada trafega para fora.
Guardamos metadado de execução — não a sua aplicação, não os seus dados.
O preço acompanha o porte da empresa, não a intensidade de uso. Usamos o tamanho do time de QA como referência de porte. Não é cobrança por usuário — todo mundo da empresa pode usar a plataforma, inclusive os desenvolvedores.
Quatro semanas, uma aplicação real de vocês, execução na sua infraestrutura desde o primeiro dia. Escopo e prazo fechados, sem surpresa de orçamento.
Ao final, a suíte criada é de vocês, em Robot Framework, no repositório de vocês — mesmo que decidam não seguir.
O TOC está em produção e é o mesmo produto que usamos todos os dias. Agora estamos abrindo o programa early adopter: você trabalha direto com quem constrói a plataforma, sem camada de suporte no meio.
No seu contexto, com o seu fluxo — não um tour genérico de produto.
Junto com o seu time, no seu ambiente, com critérios de sucesso definidos por vocês.
Seu feedback entra no produto.
Conte como o seu time testa hoje e a gente mostra o que muda com o TOC — no seu contexto, no seu ambiente. O programa early adopter está aberto.